quinta-feira, 9 de julho de 2009

A cura da cândida – Eu consegui. Você também pode


Você gostaria de se curar da cândida sem efeitos colaterais? E, além disso, fortalecer o organismo para se livrar de diversas doenças? Você acha isso impossível? Pois não é.

Como reconquistar a saúde plena e se livrar de doenças é o que mostra o livro “A cura da cândida – Eu consegui. Você também pode”, de Solange Lutibergue Cavalcanti, editora do blog Cura pela Natureza (www.curapelanatureza.blogspot.com).

Com uma vasta experiência no assunto, a autora, que sofreu durante muito tempo com a candidíase, relata passo a passo como conseguiu se livrar de tão incômoda moléstia, que aflige homens, mulheres e crianças.

É um método fácil e acessível a todos, pois envolve técnicas simples e eficazes que em conjunto levarão você à cura da candidíase e à recuperação da saúde.

Para obter mais informações ou encomendar o livro, envie uma mensagem para a autora pelo e-mail acuranaturaldacandida@gmail.com.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Benefícios do coco

A fruta tem alto poder antioxidante e colabora na diminuição da produção de radicais livres, graças à ação da vitamina E.

Ajuda a reduzir o colesterol ruim (LDL) e promove a elevação do bom (HDL), contribuindo assim para a prevenção e o tratamento das doenças cerebrais e cardiovasculares.


O coco melhora o sistema imunológico, previne e age no combate a bactérias e fungos. Conseqüentemente, facilita a absorção dos nutrientes, aumentando todas as defesas do organismo.


A gordura apresenta grande concentração de ácido láurico, o mesmo presente no leite materno.


Ajuda a regular a função intestinal, tanto nos casos de prisão de ventre como nos de diarréias. E ainda protege a flora amiga.


Estudos realizados há mais de 30 anos comprovaram que ela estimula a função da tireóide. O bom funcionamento dessa glândula faz com que o mau colesterol (LDL) produza hormônios necessários na prevenção de doenças e outros males crônicos.


Ele controla a compulsão por carboidratos, pois proporciona uma sensação de saciedade e não estimula a liberação de insulina. Dessa forma, diminui a compulsão por doces.


Uso e efeito

A melhora começa a aparecer após a segunda semana de consumo.A recomendação é de 3 colheres (sopa), distribuídas ao longo das refeições.Ele pode também ser utilizado como tempero de saladas, misturado ao iogurte, em shakes, passado em torradas, etc.


Se ocorrer diarréia, deve-se diminuir a dose.


A substância pode ser tomada pura ou misturada aos alimentos ou em substituição a outros óleos, que perdem as características quando submetidos ao calor. "O óleo de coco é muito resistente à alta temperatura e não elimina suas propriedades quando aquecido".


Na hora da compra, fique atenta! O óleo não deve ser submetido a processo de refinação. Quando refinados, perdem seus antioxidantes e alguns ainda são hidrogenados, transformando-se nas gorduras trans, estas, sim, muito nocivas à saúde.


O óleo pode ser encontrado em lojas de produtos naturais e orgânicos.

Fonte: Revista Corpo a Corpo

Gordura que emagrece*

O óleo do coco é considerado auxiliar no emagrecimento quando incluído no cardápio diário. Segundo os seus defensores, com o consumo é possível eliminar até 3 kg por semana
Por Françoise Gregório

Eis um fruto bem aproveitado: as fibras de sua camada externa são muito valorizadas para a confecção de peças decorativas. Já a sua polpa permite a preparação de uma infinidade de pratos doces e salgados. E tem mais: a água contida em seu interior é rica em minerais e considerada um isotônico natural. Como se não bastasse, desse alimento também é extraída uma substância que, cada vez mais, ganha a simpatia de quem busca saúde e um corpo enxuto. Apesar de visto como um vilão no passado, por conter alto teor de gordura saturada, o óleo de coco ressurge como um herói na alimentação."De fato, a versão extravirgem - obtida por prensagem a frio, sem refinação - é uma gordura saturada, mas de origem vegetal, sem colesterol e de fácil digestão e absorção pelo organismo, se transformando rapidamente em energia", explica Mauro Lins (RJ), médico e nutrólogo. Segundo ele, o melhor desse óleo está no seu alto teor de Triglicerídeos de Cadeia Média (TCM), um tipo de gordura boa e difícil de ser encontrado em alta concentração. "Quando consumido regularmente, ele auxilia na redução do colesterol ruim (LDL), no aumento dos níveis de energia, no processo de emagrecimento e na redução da adiposidade abdominal. Também eleva a capacidade antioxidante geral do organismo e pode atenuar o processo de envelhecimento cutâneo", revela Mauro.

Em diversas ilhas do Oceano Pacífico, o óleo de coco extravirgem é o principal tipo de gordura utilizada na dieta dos nativos e corresponde, em algumas regiões, a cerca de 60% das calorias diárias ingeridas. Vale dizer que, nestes locais, a incidência de doenças comuns no mundo ocidental, como diabetes, cardiopatias, câncer e obesidade, é baixíssima. Pesquisadores compararam o cardápio de parte da população que mantinha a dieta local tradicional com a outra parcela que seguia um menu ocidentalizado. O resultado mostrou que a saúde e a dentição dos habitantes com dieta tradicional eram excelentes, enquanto a outra parte apresentava mais problemas de saúde e doenças degenerativas.
Menos peso, mais saúde

Como a gordura do óleo de coco não precisa de enzimas especiais para ser absorvida e se transforma rapidamente em energia, não fica depositada no corpo. Por isso, ela é considerada termogênica (aumenta a produção de calor no organismo e queima gorduras) e ajuda no emagrecimento. "O óleo da fruta tem o poder de estimular o metabolismo orgânico, aumentando o gasto calórico, e converte calorias em energia", comenta Sérgio Puppin, cardiologista e especialista em nutrologia (SP) e membro da Academia de Ciências de Nova Iorque (EUA). E isso não ocorre com o consumo de Triglicerídeos de Cadeia Longa (TCL), que estão presentes em outros tipos de óleo, como os de soja, girassol e milho. Puppin acredita que emagrecer com a gordura do coco é uma conseqüência desse processo. "O ideal é adotar o seu consumo para melhorar a saúde como um todo. E, nas pessoas com excesso de peso, surge uma agradável surpresa: o emagrecimento, que pode chegar a 3 kg por semana!", avisa. E ainda: "Estudos mostram que, mesmo quando se abandona o consumo do óleo, os resultados da dieta são mais duradouros se comparados aos de outros regimes", conta o cardiologista.


Fonte: Revista Corpo a Corpo

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

O óleo de coco, o câncer e as doenças infecciosas

Em 1986, Cohen e colaboradores mostraram os efeitos inibidores do óleo de coco no câncer de mama induzido quimicamente. No estudo, a pequena elevação do colesterol nos animais que ingeriram óleo de coco funcionou como protetora, enquanto em animais que ingeriram óleo poliinsaturado (milho, girassol, etc.) houve redução do colesterol, porém a incidência de mais tumores.

Com base nessas pesquisas, o consumo regular de óleo de coco, seja na alimentação ou de modo suplementar, é indicado para pessoas com baixa re­sistência imunológica, como aquelas que contraem gripes facilmente, aquelas portadoras de doenças bacterianas e viróticas, como as doenças venéreas, tuberculose, pneumonia, herpes, e até mesmo em doenças degenerativas e auto-imunes, como fibromialgia, lúpus, artrite reumática, doença de Crohn e câncer.

O óleo de coco e as doenças cardíacas

Segundo Doutor Wilson Rondó, especialista em cirurgia vascular e medicina preventiva, "está provado que gorduras saturadas como as do coco protegem as células cardíacas contra lesões".

O Life Sciences Research Office, mantido pela Federação das Sociedades de Biologia Experimental dos Estados Unidos, por solicitação do FDA (Food and Drug Administration), realizou um estudo sobre a gordura de coco, denominado Health Aspects of Dietary Trons Foíty Acids, sob a orientação da doutora Mary Enig, do Conselho Estadual de Aconselhamento Nutri-cional de Maryland e do jornal do Colégio Americano de Nutrição, apresentando diversos resultados.

Num artigo publicado no Indian Coconut Journal, em 1995, a doutora Enig afirmou que os problemas com o óleo de coco começaram havia quatro dé­cadas, quando pesquisadores alimentaram animais com óleo de coco hidrogenado propositadamente alterado, para torná-lo completamente destituído de qualquer ácido graxo essencial. Os animais alimentados com óleo de coco hidrogenado (sen­do essa a única fonte de gordura) apresentaram naturalmente uma deficiência em ácidos graxos essenciais. Houve um aumento do colesterol no sangue. Dietas que causam uma deficiência dos ácidos graxos essenciais provocam aumento nos níveis de colesterol, assim como nos índices ateroscleróticos.

Os mesmos efeitos foram verificados com outros óleos hidrogenados, como os de semente de algodão, de soja e de milho. A doutora Enig explica que isso não acontece quando animais são alimentados com óleo de coco não processado. Ela comparou os efeitos das dietas de ratos que continham 10% de óleo de coco e 10% de óleo de girassol em proteí­nas distribuídas, obtendo resultados que mostraram que, em relação ao óleo de girassol, o óleo de coco produziu níveis significativamente mais baixos de beta-pré-lipoproteínas (VLDL) e significativamente mais altos de alfa-lipoproteínas (HDL).

No mesmo artigo, a doutora Enig apresenta um estudo elaborado por Awad (1981) em que ratos foram alimentados com 14% de óleo de coco na­tural e 14% de óleo de girassol. Segundo o autor, o óleo de girassol provocou nos tecidos dos animais um acúmulo de colesterol seis vezes maior que os animais alimentados com óleo de coco não hidro-genado. Os-animais alimentados com óleo de coco regular tiveram um índice mais baixo de colesterol no fígado e em outros órgãos do corpo.

Também a autora cita um estudo epidemiológico elaborado por Kaunitz e Davrit (l992) que mostra que em sociedades em que há uma dieta rica em óleo de coco natural, não ocorre aumento dos índi­ces de colesterol, nem das doenças coronarianas.

A doutora Enig menciona também na pesquisa de 1994, realizada por Tholstrup e colaboradores, com óleo de palmeira não hidrogenado, rico em acido láurico e contendo também ácido mirístico, em que foi encontrado aumento significativo nos níveis de colesterol HDL. O óleo de coco natural, ao provocar um aumento no HDL (o bom colesterol), ajuda na prevenção de arteriosclerose e de doenças coronarianas.

A médica conclui que o público tem sido mal infor­mado a respeito dos óleos vegetais, sendo levado a acreditar que óleos tropicais (como os de coco) provocam bloqueio nas artérias e doenças cardíacas, mas ocorre exatamente o contrário. As margarinas, ricas em gorduras trans, são as piores, além do óleo de canola, que, quando utilizado na cozinha, produz um elevado nível dessas gorduras
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