Óleo de coco é um forte inimigo do HIV


Cientistas filipinos e canadenses em estudos isolados descobriram que princípios químicos encontrados no óleo de coco podem não só destruir o HIV (AIDS), como também inibir o desenvolvimento do vírus e sua carga viral.

A Fundação Filipina para Pesquisa e Desenvolvimento do Coco, juntamente com o Hospital São Lázaro e os Laboratórios United, realizou em 1999 os primeiros testes de HIV/aids efetuados nas Filipinas. Os testes envolveram 15 pacientes do Hospital São Lázaro portadores de HIV, nos primeiros estágios de desenvolvimento do vírus.

Os testes basicamente procuravam determinar se a monolaurina, um derivado do ácido láurico, seria responsável pelo aumento de células CD4 e pela redução da carga viral nos pacientes num estágio ainda não detectável. As células CD4 são a primeira linha de defesa do corpo contra doenças e infecções, mas também são as primeiras a serem atacadas pelo HIV. A carga viral é a quantidade de vírus no sangue.

O Dr. Conrado Dayrit, presidente da Academia Nacional de Ciências e Tecnologia e membro do Conselho do PCRDF, num pronunciamento anterior, afirmou que o HIV, o vírus que causa a aids, está envolvido por uma membrana gordurosa que a monolaurina pode penetrar e mutilar rapidamente após ingerido. A monolaurina destrói a membrana que envolve o vírus por um processo de amaciamento. “Se isso acontece, o vírus morre”, disse o Dr. Dayrit.

Romulo Conde, supervisor técnico do PCRDF, disse que os resultados foram promissores, mas, para satisfazer a comunidade científica, precisam de conclusões mais concretas. “Não é bom tirar conclusões pela metade”, acrescentou. Disse ainda que os testes continuarão no próximo ano.

Em outro artigo, publicado no “Indian Coconut Journal” em setembro de 1995, a Dra. Enig afirmou:

“O reconhecimento da atividade antimicrobiana da monolaurina tem sido registrada desde 1966. O trabalho embrionário pode ser creditado a Jon Kabara. Essa pesquisa anterior foi direcionada para os efeitos virucidas por causa dos possíveis problemas relacionados com a preservação de alimentos. Alguns dos antigos trabalhos de Hierholzer e Kabara (1982) que mostravam os efeitos virucidas da monolaurina sobre vírus envolvidos em RNA e DNA foram elaborados em conjunto com o Centro de Controle de Doenças do Serviço Público de Saúde Americano, com protótipos selecionados ou reconhecidos como envolvidos em membranas de lipídios de grande rigidez”.

A Dra. Enig afirmou em seu artigo que a monolaurina, cujo precursor é o ácido láurico, destrói a membrana de lipídios que envolve o vírus, bem como torna inativas bactérias, leveduras e fungos.

Ela escreveu: “Dos ácidos graxos saturados, o ácido láurico tem uma atividade antiviral maior do que os ácidos caprílico (C10) e mirístico (C14). A ação atribuída ao monolauril é que ele solubiliza os lipídios contidos no envoltório do vírus, causando a destruição desse envoltório”. Na Índia, o óleo de coco é ministrado a bezerros no tratamento de cryptosporidium, conforme reportado por Lark Lands, pH.D., no seu livro, a ser lançado, “Positivamente Bem”.

Apesar de não ter sido mencionado por Enig, o HHV-6A é um vírus que tem uma capa envolvente cuja expectativa é que se desintegre na presença de ácido láurico e/ou manolaurina.

Segundo Dra. Enig, HIV, sarampo, vírus da estomatite vesicular (VSV), herpes simples (HSV-1), visna, citomegalovirus (CMV), Influenza, pneumovírus, sincicial vírus e rubéola são algumas das doenças que têm a atividade inibida pela monolaurina. Algumas bactérias, que incluem listeria, Staphylococus aureus, Streptococus agalactiae, Streptococci dos grupos A, B, F e G, organismos grã-positivos e grã-negativos, tornaram-se inativas pela ação da monolaurina.

Report 14, Keep Hope Alive Magazine

1. Issacs, C.E. et al. Inactivation of enveloped viruses in human bodily fluids by purified lipids. Annals of the New York Academy of Sciences 1994;724:457-464.

2. Kabara, J.J. Antimicrobial agents derived from fatty acids. Journal of the American Oil Chemists Society 1984;61:397-403.

3. Hierholzer, J.C. and Kabara J.J. In vitro effects on Monolaurin compounds on enveloped RNA and DNA viruses. Journal of Food Safety 1982;4:1-12.

4. Wang, L.L. And Johnson, E.A. Inhibition of Listeria monocytogenes by fatty acids and monoglycerides. Appli Environ Microbiol 1992; 58:624-629.

5. Issacs, CE et al. Membrane-disruptive effect of human milk: inactivation of enveloped viruses. Journal of Infectious Diseases 1986;154:966-971.

6. Anti-viral effects of monolaruin. JAQA 1987;2:4-6 7. Issacs CE et al. Antiviral and antibacterial lipids in human milk and infant formula feeds. Archives of Disease in Childhood 1990;65:861-864.

3 comentários:

Anônimo disse...

Optimo artigo.
Achei interressante na parte em que aborda a relacao entre o consumo de coco com o aumento dos niveis de colesterol. Nao sou investigador mas ha algo ai no seu artigo interressante, se defacto o consumo de coco causa aumento dos niveis de colesterol, porque razao nao sao encontrados niveis elevados de colesterol nas populacoes nativas q consomem diariamente coco natural ?

Gostei do artigo.

Vinicius disse...

Achei em um outro site uma matéria sobre o óleo de coco! E agora decidi começar o tratamento com óleo de coco. A medicina alternativa é uma outra opção para quem ainda não esta preparado para tratamentos fortes! Todas as alternativas são bem vindas, contanto q o individuo Tenha fé e perseverança!!!
Um Abraço

Vinicius disse...

Achei em um outro site uma matéria sobre o óleo de coco! E agora decidi começar o tratamento com óleo de coco. A medicina alternativa é uma outra opção para quem ainda não esta preparado para tratamentos fortes! Todas as alternativas são bem vindas, contanto q o individuo Tenha fé e perseverança!!!
Um Abraço